
A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, e o vice, Tião da Zaeli, ambos do PL, fizeram um balanço do primeiro mês de gestão à frente município, salientando as muitas dificuldades encontradas, principalmente no quesito financeiro, com mais de R$ 140 milhões somente em restos a pagar e falhas operacionais. Contudo, compreendem que estão conseguindo cumprir as promessas de campanha, como enxugar a máquina pública e dar início à concessão do Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG) , um dos principais gargalos da cidade.
“Tudo começa na busca pelo equilíbrio financeiro. Ainda que tenhamos uma dezena de problemas que comprometam o caixa da Prefeitura, conseguimos na quinta-feira passada, por exemplo, quitar a primeira folha de pagamento dessa gestão e de forma antecipada”, valorizou a prefeita, responsável por reduzir o gasto com pessoal em 40%.
Assessoria
Já o vice, Tião, ressaltou que a nova gestão tem uma aliança com todo o secretariado em prol da eficiência, para sanar problemas, ampliar a oferta dos serviços básicos e trabalhar pelo desenvolvimento da cidade. O grupo tem procurado fazer um mapeamento da gestão deixada pelo ex-prefeito, Kalil Baracat (MDB), para que ações emergências possam ser executadas com maior agilidade, principalmente na saúde.
A meta do primeiro ano de gestão, que tem orçamento de R$ 2 bilhões, é a manutenção do equilíbrio financeiro, renegociação de contratos e pagamentos junto aos fornecedores, recuperação emergencial da infraestrutura da cidade, redução dos casos de arboviroses, busca por emendas junto a deputados estaduais e à bancada federal, além do reforço nas parcerias já seladas com o governador Mauro Mendes (União Brasil).
Assessoria
Ainda no curto e médio prazos, a prefeita quer realizar uma reforma administrava, conceder a RGA de 2025 e estudar meios de quitar o passivo de reajustes não pagos em anos anteriores aos servidores. “Temos compromisso com o funcionalismo público, especialmente a sua valorização. Já solicitei um estudo de impacto econômico para termos um cenário real do que podemos conceder nesse ano e até o final dessa gestão”, anunciou.
Problemas encontrados
Entre as outras dificuldades, Flávia elencou a falta de insumos básicos, maquinário parado por falta de manutenção básica, unidades de saúde sem realizar exames de sangue, a cidade sem serviços de manutenção e zeladoria, dívidas junto à fornecedores e até mesmo boicotes em unidades DAE, para prejudicar o fornecimento de água potável à população.
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