Ex-vereador por Cuiabá diz ser alvo de xenofobia após assumir pasta em SP

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O ex-vereador por Cuiabá e militante histórico do MDB, José Antonio Parente, o Totó Parente, foi empossado como secretário de Cultura na Prefeitura de São Paulo , na gestão de prefeito reeleito, Ricardo Nunes (MDB), mas tem enfrentado críticas por ser considerado um “forasteiro”. Em entrevista à Folha de São Paulo, Totó expôs que a resistência que vem encarando à frente da pasta tem nome: xenofobia. 

Uma ala alega que, por ser ex-vereador por Cuiabá e não “natural” de São Paulo, Totó estaria pouco familiarizado com a cidade e, principalmente, com o setor cultural e toda a estrutura que existe na cidade. Mas para ele, a resposta tem sido direta: “Isso é xenofobia”. Assessoria

Totó Parente (ao centro) e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB): ex-vereador por Cuiabá foi empossado como secretário de Cultura de SP

“Eu me sinto paulistano como qualquer paulista que nasceu aqui. Eu morei aqui, casei aqui, namorei aqui, estudei aqui, militei politicamente aqui, votei aqui no prefeito Ricardo Nunes, fiz campanha nesta cidade. Eu respiro São Paulo e eu gosto de cultura”, manifestou.

Ao longo da carreira, Parente também passou por Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e trabalhou com nomes como Lindbergh Farias (PT-RJ), Wilson Witzel (PMB), Simone Tebet (MDB), Dilma Rousseff (PT) e Lula. Mas por não ter em seu currículo cargos de gestão na área cultural, tem sido alvo de críticas.

Ele conta que assumiu a pasta de Cultura porque Nunes queria uma pessoa capaz de dialogar. No final do ano passado, a Prefeitura e o Governo Federal se viram num imbróglio envolvendo uso irregular recursos da Lei Aldir Blanc para financiar projetos do município. O governo repreendeu formalmente a gestão Nunes, que, na época, desistiu de usar os recursos.

Apesar de não ter gestão cultural no currículo, Parente diz que se sente preparado como gestor. Seu perfil “canhoto” é apontado como uma das características para atuar na Cultura, pasta vista por muitos como sendo de esquerda. Ele, porém, se define como “um sujeito radicalmente de centro”.

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Link da Matéria – via RD News

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