Estado tem a menor taxa de desemprego do país e rendimento acima da média

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Mato Grosso fechou o ano de 2025 com a menor taxa na desemprego na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. O estado atingiu 2,2% de desocupados, sendo a unidade da federação (UF) com a menor taxa no Brasil (veja abaixo o ranking completo).

 

Além de Mato Grosso, outros 18 estados e o Distrito Federal atingiram a taxa mínima recorde na série histórica.

 

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Os cinco estados com menor taxa no último ano foram: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%) e Rondônia (3,3%). A média nacional de desemprego foi de 5,6%.

 

A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

 

Pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que conduz a pesquisa, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

 

Informalidade e rendimento mensal

A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca.

 

Na informalidade, trabalhadores não têm garantidos direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo.

 

Em Mato Grosso, o índice de informalidade ficou levemente abaixo da média nacional, com 36,3%.

 

Sobre o rendimento mensal, o IBGE aponta que a média do Brasil ficou em R$ 3.560. Mato Grosso, novamente, ficou um pouco acima da média, com rendimento mensal de R$ 3.688.

Veja ranking completo de desemprego

– Mato Grosso: 2,2%

– Santa Catarina: 2,3%

– Mato Grosso do Sul: 3,0%

– Espírito Santo: 3,3%

– Rondônia: 3,3%

– Paraná: 3,6%

– Rio Grande do Sul: 4,0%

– Goiás: 4,6%

– Minas Gerais: 4,6%

– Tocantins: 4,7%

– São Paulo: 5,0%

– Roraima: 5,1%

– Média Brasil: 5,6%

– Paraíba: 6,0%

– Ceará: 6,5%

– Acre: 6,6%

– Maranhão: 6,8%

– Pará: 6,8%

– Distrito Federal: 7,5%

– Rio de Janeiro: 7,6%

– Sergipe: 7,9%

– Amapá: 7,9%

– Rio Grande do Norte: 8,1%

– Alagoas: 8,3%

– Amazonas: 8,4%

– Bahia: 8,7%

– Pernambuco: 8,7%

– Piauí: 9,3%

 

Veja o nível de informalidade nas UFs

– Maranhão: 58,7%

– Pará: 58,5%

– Bahia: 52,8%

– Piauí: 52,6%

– Ceará: 51%

– Amazonas: 50,8%

– Paraíba: 49%

– Sergipe: 48,2%

– Pernambuco: 47,8%

– Alagoas: 47,5%

– Rondônia: 46,1%

– Acre: 45,2%

– Amapá: 44,2%

– Roraima: 40,3%

– Tocantins: 39,7%

– Espírito Santo: 39%

– Rio Grande do Norte: 39%

– Rio de Janeiro: 38,5%

– Média Brasil: 38,1%

– Minas Gerais: 36,8%

– Mato Grosso: 36,3%

– Goiás: 35,1%

– Mato Grosso do Sul: 32,1%

– Paraná: 31,6%

– Rio Grande do Sul: 31,4%

– São Paulo: 29%

– Distrito Federal: 27,3%

– Santa Catarina: 26,3%

 

Veja o ranking de rendimento mensal

– Distrito Federal: R$ 6.320

– São Paulo: R$ 4.190

– Rio de Janeiro: R$ 4.177

– Santa Catarina: R$ 4.091

– Paraná: R$ 4.083

– Rio Grande do Sul: R$ 3.916

– Mato Grosso do Sul: R$ 3.727

– Mato Grosso: R$ 3.688

– Goiás: R$ 3.628

– Média Brasil: R$ 3.560

– Espírito Santo: R$ 3.497

– Roraima: R$ 3.438

– Rondônia: R$ 3.362

– Minas Gerais: R$ 3.350

– Tocantins: R$ 3.129

– Amapá: R$ 3.089

– Rio Grande do Norte: R$ 3.003

– Sergipe: R$ 2.855

– Acre: R$ 2.794

– Amazonas: R$ 2.733

– Pernambuco: R$ 2.666

– Paraíba: R$ 2.577

– Piauí: R$ 2.561

– Alagoas: R$ 2.531

– Pará: R$ 2.508

– Ceará: R$ 2.394

– Bahia: R$ 2.284

– Maranhão: R$ 2.228

 

(Com informações da Agência Brasil).

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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