
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), promete empenho pela aprovação do projeto de lei complementar ( PLC), encaminhado pelo Governo do Estado, que autoriza a entrega da administração do Hospital Central para o Albert Einstein, de São Paulo. O custo mensal será de R$ 34 milhões.
O governo estadual esperar firmar o contrato no próximo dia 22 de abril. Com 98% das obras executadas, a previsão é que o Hospital Central entre em operação em setembro e esteja em pleno funcionamento em dezembro deste ano.
Mayke Toscano
“Hoje a gente já quer garantir a dispensa [de pauta] para acelerar o projeto. No que precisar da Assembleia Legislativa, nós vamos nos empenhar ao máximo. O governador já deixou o secretário de Saúde Gilberto Figueiredo à disposição para tirar quaisquer dúvida dos deputados. Isso facilita muito a tramitação dentro da Assembleia. Nós temos uma sessão de vetos. Vamos encerrar essa sessão que está trancando a pauta e vamos, após isso, colocar como prioridade a votação desse projeto”, disse Max Russi, em coletiva de imprensa, ao lado do governador Mauro Mendes (União Brasil), nesta quarta-feira (09).
Além de Max Russi, outros 15 deputados estaduais participaram da apresentação do Plano de Gestão do Hospital Central. Representantes do Poder Judiciário, Ministério Público Estadual (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE) também estiveram presentes.
Histórico
A obra do Hospital Central foi lançada em 1984. O objetivo era proporcionar um atendimento de referência em alta complexidade nas especialidades de traumatologia e ortopedia, além de urgência e emergência de trauma. Contudo, a obra foi paralisada três anos depois, em 1987. Ela foi retomada e ampliada pela Gestão Mauro Mendes.
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