Eliminado, São Paulo amplia tabu negativo e está a quase dois anos sem vencer rival

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O São Paulo deu adeus ao Paulistão 2026 após perder por 2 a 1 para o Palmeiras nas semifinais do torneio e, além da eliminação, aumentou ainda mais um tabu negativo que já dura quase dois anos. Desde julho de 2023, o Tricolor não sabe o que é vencer um Choque-Rei e chegou a 11 jogos sem uma vitória sobre o rival que divide o muro do centro de treinamento.

 

A última vez que o São Paulo conseguiu vencer o Palmeiras foi na Copa do Brasil de 2023. Na ocasião, o time do Morumbi eliminou o Verdão após duas vitórias, na ida e na volta, por 1 a 0 e 2 a 1, respectivamente. Três meses depois, as equipes voltaram a se encontrar pelo Brasileirão, e os comandados de Abel Ferreira deram show, goleando o Tricolor por 5 a 0 e dando início ao tabu que completa 859 dias nesta segunda-feira (2).

 

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Relembre os duelos

 

2023 – Palmeiras 5×0 São Paulo
2024 – Palmeiras 0x0 São Paulo

2024 – Palmeiras 1×1 São Paulo
2024 – Palmeiras 0x0 São Paulo

2024 – Palmeiras 2×1 São Paulo
2025 – Palmeiras 0x0 São Paulo

2025 – Palmeiras 1×0 São Paulo

2025 – Palmeiras 1×0 São Paulo

2025 – Palmeiras 3×2 São Paulo

2026 – Palmeiras 3×1 São Paulo

2026 – Palmeiras 2×1 São Paulo

Polêmica de arbitragem
Além do tabu, o jogo ficou marcado por mais uma polêmica de arbitragem. Quando o jogo ainda estava 1 a 0 para o Palmeiras, o São Paulo chegou ao ataque com Lucas, pela ponta esquerda, já no segundo tempo. O camisa 7 tentou cruzamento para a área, mas a bola acabou batendo no braço esquerdo de Gustavo Gómez. O lance gerou reclamação imediata dos são-paulinos, mas a arbitragem mandou o jogo seguir.

 

Pouco depois, o time de Abel Ferreira ampliou com Flaco Lópes, após jogada ensaiada e levantamento de Piquerez. Na sequência, o São Paulo diminuiu em novo lance polêmico, mas que dessa vez favoreceu o Tricolor. Marlon Freitas dividiu no alto com Bobadilla e Daiane Muniz apontou para a marca da cal. Na cobrança, Calleri balançou as redes.

Rui Costa, executivo de futebol do São Paulo, fez pronunciamento antes da coletiva de Crespo e reclamou da atuação do VAR. Ele elogiou a árbitra Daiane Muniz, relembrando a atuação da juíza contra o RB Bragantino, que acabou ficando marcada pelas falas machistas do zagueiro Gustavo Marques no apito final.

 

“Não é uma reclamação que visa atingir uma árbitra que eu e todos nós aqui reconhecemos como talvez aquela que seja a que mais tem evoluído no seu trabalho. Porém, ela não está sozinha. Futebol evoluiu, a dinâmica de jogo evoluiu, e não é possível que o VAR não tenha recomendado que ela pelo menos tivesse o privilégio de verificar cinco vezes, dez vezes, 70 vezes… Nas 70 vezes seria pênalti”, disparou o executivo.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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