
A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa de Cuiabá prendeu o casal Cesar Jorge Sechi e Julinere Goulart Bastos nesta sexta-feira (09), apontado como mandante da execução do advogado Renato Nery , ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT). O jurista foi assassinato a tiros no dia 5 de julho do ano passado, em Cuiabá. Cesar e Julinere já haviam sido alvos da Polícia Civil em abril deste ano. Na ocasião, eles eram suspeitos de intermediar o assassinato. Reprodução
Cesar Jorge Sechi e Julinere Goulart Bastos, que foram presos pela PJC nesta sexta-feira (09)
Segundo a Polícia Civil, foram cumpridos dois mandados de prisão e de busca e apreensão contra o casal, em Primavera do Leste, no condomínio onde os suspeitos moram, e também em uma segunda casa que fica em outro endereço na cidade.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) da Comarca de Cuiabá. A determinação do Juízo foi expedida após confirmação dos indícios que constam nos autos do inquérito, que segue para conclusão . Reprodução
O ex-presidente da OAB-MT, advogado Renato Nery, assassinado a tiros em Cuiabá em 2024
A DHPP teve acesso a informações e fatos relevantes, que confirmaram outras provas sobre a identificação dos autores da execução, dos intermediários e dos mandantes.
As investigações da Polícia Civil apontam que o homicídio foi motivado por disputa de terra.
Após cumprimento das buscas e das prisões temporárias, o casal será apresentado na audiência de custódia e posteriormente encaminhado até a sede da DHPP, em Cuiabá.
O assassinato
Renato Nery morreu aos 72 anos, atingido por disparos de arma de fogo na frente de seu escritório, na Capital. O advogado foi socorrido e submetido a uma cirurgia em um hospital privado de Cuiabá, mas morreu horas após o procedimento médico.
Desde a ocorrência, a DHPP realizou inúmeras diligências investigativas, com levantamentos técnicos e periciais, a fim de esclarecer a execução do advogado. Um caseiro e cinco PMs chegaram a ser presos suspeitos de envolvimento do crime.
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