Desembargador e CRM fazem inspeção na saúde de Cuiabá e convocam reunião

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O desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Orlando Perri, conjuntamente com o promotor de Justiça Milton Mattos, e o presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), realiza nesta quinta-feira (12) a inspeção no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), Hospital São Benedito e Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá.  

 

A visita in loco ocorre sem aviso à gestão Emanuel Pinheiro (MDB), e ocorre após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ter informado o agravamento da situação da saúde de Cuiabá.

 

“Com base nas informações constantes dos autos, em especial das informações apresentadas pelo Governador do Estado de Mato Grosso, e do Secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, apontando a existência de falhas graves nas unidades hospitalares da rede pública municipal, reputo plausível, quiçá imprescindível, a realização de inspeção in loco sem prévio aviso às seguintes unidades hospitalares: Hospital Municipal de Cuiabá, Hospital São Benedito e Hospital e Pronto Socorro Municipal De Cuiabá, a fim de constatar o atual panorama da saúde pública municipal da Capital”, determinou o desembargado em decisão proferida na quarta-feira (11).

 

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Na mesma decisão, Perri também determinou a realização de uma audiência de conciliação entre o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Júnior, o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), o secretário de saúde Deiver Teixeira, juntamente com o prefeito eleito Abilio Brunini (PL) e a futura secretária de Saúde, Lúcia Helena Sampaio.  

 

“Encaminhe-se convite, mediante ofício, ao Prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), e à prefeita Eleita, Flávia Moretti (PL), com extensão ao atual e ao futuro Secretário Municipal de Saúde, a fim de que também compareçam à audiência ora designada”, completa a decisão.

 

A decisão ocorre após várias reuniões para discutir a situação da saúde de Cuiabá, principalmente por conta da estagnação das filas de cirurgias eletivas. A gestão Emanuel Pinheiro afirma que atualmente existe um déficit mensal de R$ 20 milhões na saúde da capital.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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