
O govenador Mauro Mendes (União Brasil) afirma que o suposto plano de golpe de Estado para impedir a posse do governo eleito em 2022 deve ser apurado de forma isenta e transparente. Caso aja culpados, defende que sejam punidos no rigor da lei.
Mayke Toscano
O suposto plano, que veio à tona com a deflagração da Operação Contragolpe, da Polícia Federal, incluía os assassinatos do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Moraes. Os crimes seriam cometidos em 15 de novembro de 2022, feriado da Proclamação da República.
“Está fora da minha jurisdição, não gosto de ficar dando muito palpite naquilo que em tese, não é problema meu. Como cidadão, não sei ainda da profundidade, todos os fatos elencados, mas desejo que seja feita uma apuração isenta, transparente e que se houver culpados, que sofram as penas de acordo com a lei, em um processo que siga o rito legal”, disse Mauro Mendes, após o lançamento do Programa “Tolerância Zero Contra o Crime Organizado”, nessa segunda-feira (25).
Segundo a PF, os investigados cogitaram usar veneno para assassinar Lula. Artefatos explosivos seriam usados contra Alexandre de Moraes.
Na deflagração da Operação Contragolpe, na semana passada, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, três de busca e apreensão e 15 medidas cautelares. Dentre os presos, quatro são militares do Exército, sendo três da ativa e um da reserva, além de um policial federal. Os militares das Forças Armadas integram o grupo conhecido como “kids pretos”.
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