
Rodinei Crescêncio/Rdnews
Ex-presidente da Unimed Cuiabá, Rubens de Oliveira, e da ex-diretora Financeira, Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma
A defesa do ex-presidente da Unimed Cuiabá, Rubens de Oliveira, e da ex-diretora Financeira, Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma, afirmou, em entrevista nesta manhã (30), que ainda está se inteirando dos fatos, já que a investigação é sigilosa.
“Esse que é o grande problema. Como o processo é sigiloso, nós não temos acesso a nada. Então foi uma grande surpresa para nós, hoje cedo ser acordado com o mandado de prisão. Estamos acompanhando, estamos nos inteirando ainda do que efetivamente aconteceu”, ressaltou o advogado Marlon Latorraca.
Rubens foi preso em seu apartamento, no Brasil Beach, nesta manhã, na Operação Bilanz, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF/MT), que investiga um rombo de R$ 400 milhões na Unimed Cuiabá em sua gestão. Ele presidiu a Unimed Cuiabá por sete anos e foi diretor da Unimed Brasil.
Operação prendeu seis pessoas. Conforme apuração do portal são eles: Rubens; Suzana; Ana Paula Parizotto, ex-superintendente administrativa-financeira; Jacqueline Larréa, advogada; e ex-assessora jurídica (presa em Minas Gerais); Eroaldo Oliveira, ex-CEO da Unimed Cuiabá; e Tatiana Gracielle Bassan Leite, ex-chefe do núcleo de monitoramento de normas. Rodinei Crescêncio/Rdnews
Advogado Marlon Latorraca defende Rubens de Oliveira e Suzana
Atualmente, cooperativa é administrada pelo médico urologista Carlos Bouret , que realizou auditoria que revelou o rombo na Unimed Cuiabá.
Desde setembro de 2023, Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) instaurou regime de direção fiscal na operadora Unimed Cuiabá Cooperativa de Trabalho Médico. Rubens de Oliveira foi retirado da Cooperativa em maio do ano passado por unanimidade. Ele também foi desligado da Federação Unimed Mato Grosso e das funções que ocupava na Unimed do Brasil.
Investigação
Segundo o MPF, estão sendo apurados os crimes de falsidade ideológica, estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Os agentes cumprem seis mandados de prisão temporária contra ex-administradores e prepostos da entidade. Além disso, também são cumpridas ordens de busca e apreensão, afastamento de sigilos telemático, financeiro e fiscal, além do sequestro de bens dos investigados.
As diligências estão sendo executadas pela Polícia Federal nos estados de Mato Grosso e Minas Gerais. Conforme o MPF, a investigação identificou indícios de práticas ilícitas relacionadas à gestão financeira e administrativa da entidade, incluindo a apresentação de documentos com graves irregularidades contábeis à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que ocultaram um déficit de cerca de R$ 400 milhões no balanço patrimonial da entidade em 2022.
Quem foi preso na operação Rubens de Oliveira, ex-presidente da Unimed Cuiabá Suzana Aparecida Rodrigues dos Santos Palma, ex-diretora Financeira Ana Paula Parizotto, ex-superintendente administrativa-financeira Jacqueline Larréa, advogada e ex-assessora jurídica Eroaldo Oliveira, ex-CEO da Unimed Cuiabá Tatiana Gracielle Bassan Leite, ex-chefe do núcleo de monitoramento de normas.
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