
**Marina Lima se tornou queridinha de gays da Geração Z. Aos 70 anos, a cantora lésbica é celebrada pelo pioneirismo, mantém presença ativa nas redes e lança o disco “Ópera Grunkie”. Quando se tem estilo, personalidade e talento, a idade não é só número, como bagagem e atrativo.
**Uma música lançada em outubro de 2015 voltou aos holofotes após viralizar nas redes sociais. Conhecido pelo público infantil, o Triii viu “Viro Vira Virou” se transformar em trend e impulsionar o número de shows e o alcance nas plataformas digitais, se aproximando da marca de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify.
**Atualmente, o que faz sucesso entre as celebridades é uma mistura de autenticidade, empreendedorismo e um estilo de vida focado no bem-estar. As tendências giram em torno de mostrar uma versão mais real e acessível, ao mesmo tempo em que constroem impérios de negócios.
Catalisadores de audiência
A música está deixando de ser um território pontual dentro da estratégia de mídia. Dados do Youtube Charts, sobre os vídeos da Vevo, indicam que grandes festivais, como o Lollapalooza, funcionam como catalisadores de audiência digital ao longo de semanas, e não apenas nos dias de evento. Para o mercado publicitário, isso representa uma mudança relevante no timing e na distribuição de investimentos.
Vem coelhinho!
Novos formatos, misturas criativas, recheios generosos, texturas marcantes e ingredientes protagonistas estão entre as criações que prometem adoçar a Páscoa 2026. Em um cenário em que a data, celebrada no próximo dia 5 de abril, segue como uma das mais importantes para o comércio no primeiro semestre, o consumo se transforma: além do chocolate, cresce a oferta de experiências e produtos variados, cada vez mais criativos.
Gol contra
Em um movimento que já entra para a história como um dos maiores exemplos de ruído de comunicação no esporte brasileiro, a Nike lançou o novo uni
forme da Seleção para a Copa do Mundo de 2026 com a expressão “Vai, Brasa” bordada na parte interna da gola e nos meiões. A rejeição foi imediata e unânime e colocou a Nike no centro da polêmica. Há uma estratégia por trás disso que, ironicamente, expõe o vício mais perigoso do marketing contemporâneo, a tentativa de fabricar identidade sem ouvir quem realmente constrói a história. Grandes marcas, às vezes, usam a mídia negativa para aparecer. O choque gera burburinho, gera memória. Mas existe uma linha tênue entre provocar para ser lembrado e cometer um gol contra sem goleiro. E a Nike, nesse caso, não só passou da linha como entrou em campo com a camisa do adversário.

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