
Furacão Helene, que devastou algumas cidades da Flórida no mês passado, além de deixar desabrigados e mortos, causou temor e medo. Agora segura e digerindo melhor a tragédia climática, a cuiabana Nathalya Marques, que mora há quase 9 anos no local, relatou ao a tensão que viveu em casa durante o furacão. Para ela, a situação foi desesperadora.
“O furacão começou na noite de quinta-feira, dia 26 de setembro, na categoria 4. Um dos piores que já atingiu o estado. Teve muita chuva, vento e destruição. A água invadiu a casa, chegando na nossa cintura. As crianças precisaram ser carregadas no ombro”, lembrou.
O fenômeno, que não é novidade na região, foi avassalador. A imprensa americana divulgou até na última semana que 116 pessoas morreram e outras 600 estão desaparecidas.
Por conta da periodicidade dos furacões, Nathalya disse ainda que alguns moradores não obedeceram ao alerta emitido, apontando o risco e sugerindo evacuações e que, por isso, muita gente ficou desabrigada, ferida e até perdeu a vida.
“Quem mora aqui já está acostumado, muita gente não evacua. Mas, tem área que é obrigatório, no dia em que o furacão veio o céu estava aberto, não tinha dado um pingo de chuva, então todos não esperavam que ele não viria, mas do nada a categoria mudou repentinamente e ele veio com tudo”, explicou.
Furacão Helene
Furacão Helene foi um ciclone tropical grande, destrutivo e de movimento rápido que foi o mais forte já registrado a atingir a região de Big Bend, na Flórida. A oitava tempestade nomeada, o quinto furacão e o segundo grande furacão da temporada de furacões do Atlântico de 2024.
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