CRM instaura sindicância para apurar conduta de médico acusado de exploração sexual

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O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) instaurou uma sindicância para apurar a conduta do médico e vereador Thiago Bitencourt Ianhes Barbosa, preso no sábado (31), suspeito da prática dos crimes de abuso sexual infantil, armazenamento e divulgação de imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes, em Canarana (823 km a leste de Cuiabá).

Conforme já noticiado pelo , equipes da Polícia Civil estiveram nos endereços do vereador para cumprir mandados de busca. Lá, encontraram materiais envolvendo abuso sexual de crianças e adolescentes. Ainda segundo investigações, há indícios que ele fazia uma menor de “escrava sexual”, além de abusar de uma adolescente de 15 anos desde que ela tinha 12.

O delegado que conduz o caso, Flávio Leonardo, explicou que parte do conteúdo foi gravado pelo próprio suspeito, que recebeu voz de prisão em flagrante no local. A busca foi autorizada após uma denúncia de crimes contra menores.

 

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Polícia chegou em uma segunda vítima, hoje com 15 anos. Ela contou que sofre abusos do vereador desde que tinha 12 anos. No conteúdo pornográfico apreendido é possível identificar as duas vítimas.

Flávio destacou ainda que há indícios de que o vereador usava sua posição de médico – atuante na saúde municipal – para se aproximar das vítimas, especialmente as que estão em situação de vulnerabilidade. Caso segue sob investigação.

Nesta segunda-feira (2), o CRM informou que apenas após a conclusão da sindicância é que haverá, ou não, a abertura de um processo ético contra o referido profissional.

 

“O Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) informa que instaurou, de ofício, sindicância para apurar a conduta do médico Thiago Bitencourt Ianhes Barbosa, suspeito da prática dos crimes de abuso sexual infantil e armazenamento e divulgação de imagens pornográficas envolvendo crianças e adolescentes, ocorridos no município de Canarana. Apenas após a conclusão da sindicância é que haverá, ou não, a abertura de um processo ético contra o referido profissional”, diz a nota do conselho.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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