
A deputada federal Coronel Fernanda frisou o quanto é contra o abordo em qualquer circunstância ao citar que impediria até mesmo sua filha de interromper a gestação em caso de estupro.
“Eu sempre fui e nunca escondi que sou contra o aborto, e vou me manter nesta posição, independente da pressão A ou B, mesmo em caso de estupro. Mesmo em caso de estupro ia apoiar minha filha para dar condições para levar a gravidez até o final. A criança não é o marginal, não é o criminoso”, disse essa semana.
Tramita no Congresso a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 164/12, dos ex-deputados Eduardo Cunha (RJ) e João Campos (GO), estabelece que o direito à vida será considerado a partir da concepção do feto.
No Brasil, o procedimento só é permitido em três situações: risco de morte para a gestante, gravidez resultante de estupro e anencefalia fetal (má-formação do cérebro). Caso a emenda seja aprovada, todos os direitos atuais seriam cancelados, visto que tais riscos não seriam identificados tão precocemente.

Faça um comentário