Conselheiro defende advocacia e ‘salário justo’ para magistrados

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O advogado mato-grossense Ulisses Rabaneda tomou posse oficialmente do cargo de conselheiro do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta terça-feira (11), em Brasília. E seu discurso de posse, ele se comprometeu a defender as prerrogativas advocatícias e “salários justos” a magistrados.  

 

“Um Judiciário forte é aquele alicerçado na independência dos seus membros, serve como guardião dos direitos fundamentais e da democracia. Para isso, é preciso é olhar para os nossos magistrados e garantir-lhes remuneração digna e atrativa aos vocacionados, bem como a observância das suas prerrogativas constitucionais e legais”, disse em seu discurso.  

 

O mato-grossense começou citou o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, agradeceu a família e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pela indicação. “O mais importante não é a chegada, mas o caminho, e a maneira como a gente o percorre”.   

 

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“Registro o meu compromisso inafastável de atuar na defesa das prerrogativas da advocacia, que não representam privilégios, mas os instrumentos indispensáveis para que os cidadãos tenham assegurado o pleno acesso à justiça. Sem uma advocacia livre, independente e respeitada não há estado democrático de direito”, enfatizou.  

 

“Que possamos juntos trilhar um caminho que honre a confiança que nos foi depositada e que promova uma Justiça que sirva de fato a toda a sociedade brasileira”, concluiu.  

 

Importante liderança da advocacia mato-grossense e nacional, sendo procurador do Conselho Federal da OAB (CFOAB), Rabaneda teve seu nome aprovado pelo Senado Federal com 26 votos favoráveis e um contra. Na sabatina, ele defendeu as prerrogativas da advocacia e, com a experiência de já ter sido juiz-membro do TRE-MT, propalou a independência do Judiciário.  

 

Formação do CNJ

O Conselho Nacional de Justiça é composto por 15 conselheiros: 3 ministros de tribunais, 6 magistrados, dois membros do Ministério Público, dois integrantes da OAB e dois cidadãos de notório saber jurídico e reputação ilibada, sendo um indicado pelo Senado e outro pela Câmara dos Deputados.

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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