
As candidaturas dos promotores de Justiça Rodrigo Fonseca Costa e Carlos Eduardo Silva e do procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, para o cargo de procurador-geral de Justiça , foram deferidas. A decisão foi assinada, nesta sexta-feira (25), pela promotora de Justiça e presidente da Comissão Eleitoral do Ministério Público de Mato Grosso, Josane Fátima de Carvalho Guariente.
A formação da lista tríplice será votada entre os dias 1º e 4 de dezembro e o resultado está previsto para sair ainda no dia 4. Em seguida, os nomes serão enviados ao governador Mauro Mendes (União Brasil), que tomará a decisão final. Ele não precisa, necessariamente, escolher o mais votado. Aquele que for nomeado irá comandar o MPE no biênio 2025/2027. Reprodução
Da esquerda pra direita: Rodrigo Fonseca Costa, José Antônio Borges Pereira e Carlos Eduardo Silva
O atual procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz, abriu mão de tentar a reeleição pois teria interesse em se tornar desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), pelo Quinto Constitucional. A vaga ainda será aberta com a aposentadoria de Guiomar Teodoro Borges, que deve se aposentar em abril do ano que vem.
Além do cargo de procurador-geral de Justiça, também haverá a escolha do novo corregedor-geral do Ministério Público e formação do Conselho Superior do MPE.
Conheça os candidatos
Rodrigo Fonseca é Presidente da Associação Mato-grossense do Ministério Público (AMMP), e está à frente da 3ª Promotoria Cível de Rondonópolis. Ele tem mais de 20 anos como membro do MPE e é um dos favoritos ao cargo. Segundo fontes, é bem articulado, discreto e contaria com o aval de boa parte dos colegas. Ele também é apoiado pelo atual procurador-geral, Deosdete Cruz, e ligado ao grupo de Paulo Prado.
José Antônio Borges chefiou o Ministério Público de 2019 a 2023 e agora busca mais um mandato. Com mais de 20 anos de carreira, Borges já foi diretor-geral da Fundação Escola Superior do MPE (2004-2007 / 2009-2013) e presidente, por dois mandatos, da AMMP (1999-2001 / 2001-2003).
Carlos Eduardo atua na Promotoria de Meio Ambiente Urbano e Assuntos Fundiários. Ele tem 27 anos de carreira no Ministério Público e é tido como a terceira via na disputa.
Eleição
O Conselho Superior possui como integrantes nove procuradores de Justiça, além de dois membros natos, sendo o procurador-geral de Justiça e o Corregedor-Geral do MP.
Atualmente, o órgão é composto por um total de 267 membros ativos, sendo 230 promotores de Justiça e 37 procuradores de Justiça.
O novo chefe do MPE tomará posse em fevereiro. Caberá a ele gerir um duodécimo superior a R$ 789 milhões – valor previsto para este ano.
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