
Presidente da Câmara Municipal de Cuiabá que administra um duodécimo anual de R$ 100 milhões, Chico 2000 quer ser reconduzido ao comando da Mesa Diretora da nova legislatura, que começa em 1º de janeiro, mas enfrenta uma série de obstáculos.
Por mais que se articule nos bastidores, o vereador reeleito pelo PL não avança na conquista de apoiadores. E por uma curiosa razão. Pertence a dois grupos políticos antagônicos, o que, em tese, poderia lhe favorecer, mas está ocorrendo o contrário.
Pesa contra Chico a desconfiança. Ele está filiado ao PL do prefeito eleito Abílio Brunini, mas não tem nem a confiança deste e nem do chamado bloco da direita bolsonarista, que já representa maioria na Câmara. E Chico também é considerado aliado do Palácio Alencastro, mas não tem a confiança da base do prefeito Emanuel Pinheiro.
Com um pé em cada canoa, Chico está vendo o barco afundar, enquanto outros começam a remar mais tranquilos na corrida pela Mesa, como Paula Calil (PL), Michelly Alencar (União), Ilde Taques (PSB) e Jeferson Siqueira (PSD).

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