
Por 12 votos a 10, a Câmara Municipal de Cuiabá rejeitou, nesta terça-feira (4), o pedido de instauração de Comissão Processante contra o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). Para aprovação eram necessários 13 votos, um a mais do que os votos registrados pela admissão.
O requerimento foi apresentado pela vereadora Maysa Leão (Republicanos) e tinha como objeto de investigação a falta de pagamento de R$ 29,6 milhões em emendas impositivas aprovadas para serem destinadas à Saúde do município. Este é o 18º requerimento de processante contra o chefe do Executivo municipal. Jessé Soares
Pedido para instauração de comissão processante contra prefeito Emanuel Pinheiro, rejeitado pela Câmara, foi apresentado pela vereadora Maysa Leão,
Votaram contra a abertura da processante os vereadores: Adevair Cabral (Solidariedade), Dídimo Vovô (PSB), Edna Sampaio (PT), Jefferson Siqueira (PSD), Lilo Pinheiro (PP), Marcrean Santos (MDB), Marcus Brito (PV), Renivaldo Nascimento (PSDB), Rodrigo Arruda e Sá (PSDB), Sargento Vidal (MDB) e Wilson Kero kero (PMB).
A favor da Processante votaram os vereadores: Cezinha Nascimento (União Brasil), Demilson Nogueira (Progressistas), Dilemário Alencar (União Brasil), Luiz Fernando (União Brasil), Eduardo Magalhães (Republicanos), Eleus Amorim (Cidadania), Felipe Corrêa (PL), Michelly Alencar (União Brasil), Rogério Varanda (PSDB) e Sargento Joelson (PSB).
Os vereadores Kassio Coelho (Podemos), Paulo Henrique Amorim (PV) e Chico 2000 (PL) se ausentaram do voto.
Eleus Amorim substitui Maysa na votação. Pelo Regimento Interno, o autor do requerimento para comissão processante fica impedido de votar.
O requerimento feito por Maysa diz respeito às emendas que foram aprovadas na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2024, com estimativa de receita total do município em R$ 4,4 bilhões. A votação foi feita no dia 22 de janeiro.
Na oportunidade, a maioria dos 25 vereadores também acordaram a destinação de R$ 1,2 milhão em emendas impositivas, de cada parlamentar, para a realização de cirurgias eletivas, visando zerar a fila de pacientes residentes em Cuiabá.
No entanto, o Executivo ainda não realizou o pagamento. O líder do Emanuel na Câmara, vereador Marcrean Santos (Progressistas), chegou a declarar que o pagamento das emendas começaria a ser feito no final do mês de maio, em parcelas de R$ 5 milhões, o que não aconteceu.
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