Cabo Hércules é condenado a mais 18 anos de prisão por homicídio e aborto

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Hércules de Araújo Agostinho, o “cabo Hércules”, foi novamente condenado pelo Tribunal do Júri da comarca de Várzea Grande, na segunda-feira (4), desta vez a 18 anos e 8 meses de prisão pelo homicídio duplamente qualificado de Maria Angela da Silva e aborto não consentido. Ele mantinha um relacionamento com a vítima. A pena será somada e unificada aos outros 185 anos de condenação. O ex-pistoleiro está detido na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

 

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De acordo com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime aconteceu em julho de 2001, em frente à residência da vítima no bairro Vila Vitória, em Várzea Grande. Hércules de Araújo Agostinho, Célio Alves de Souza e José de Barros Costa, agindo por motivo torpe, dissimulação e mediante outro recurso que dificultou a defesa da vítima, mataram Maria Angela da Silva (conhecida como Lorrayne) com disparos de armas de fogo.

 

Conforme apurado durante as investigações, Hércules tinha um caso amoroso com a vítima e combinou com os demais para matá-la porque ela estaria grávida dele e se negava a abortar. No dia do crime, Hércules ligou para um telefone público que ficava próximo à casa da vítima e pediu para chamarem ela, como sempre fazia.

 

Enquanto conversavam, os outros dois homens se aproximaram em um veículo automotor, um deles desembarcou do carro e perguntou se ela era Lorrayne e, ao confirmar a identidade, disparou por diversas vezes contra a cabeça dela, executando-a sumariamente.

Célio Alves de Souza e José de Barros Costa ainda não foram julgados porque recorreram da sentença de pronúncia.

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