
Virtuais candidatos ao Senado, ex-presidente da Aprosoja Brasil, Antonio Galvan (DC), e federal José Medeiros (PL)
Assim como no pleito de 2022, quando se lançou e depois teve de recuar da disputa ao Senado para facilitar a reeleição de Wellington Fagundes, José Medeiros (PL) terá duas grandes dificuldades para consolidar candidatura majoritária e se eleger senador no próximo ano.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, que começou a mapear os Estados para ter candidaturas ao Senado com nomes de sua confiança e identificados com centro e centro-direita, pode “roer a corda” novamente, ou seja, não cumprir o compromisso já feito com Medeiros, como parte de uma composição política em 2022, de apoiá-lo em 2026.
Nesse mapeamento estadual de possíveis candidaturas ao Senado, Bolsonaro, quando se refere a Mato Grosso, tem citado como opção o amigo pessoal Antonio Galvan, ex-presidente da Aprosoja Brasil. Político conservador e classificado como bolsonarista raiz, Galvan teve boa votação para senador em 2022, quando concorreu pelo PTB e chegou a 337.003 votos (25,95%), ficando em segundo lugar. Depois, pulou para o Novo e agora migrou para o Democracia Cristã, já sonhando com novo embate para senador.
Galvan está confiante de que será abraçado por Bolsonaro numa eleição em que estarão em jogo duas vagas ao Senado e com possibilidades de ter como adversários do bloco de direita o próprio Medeiros e o hoje governador Mauro Mendes (União).

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