Assembleia de Deus nega apoiar qualquer ​candidato à Prefeitura de Cuiabá

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O Conselho Político da Igreja Assembleia de Deus de Cuiabá negou, por meio nota, que esteja apoiando qualquer um dos dois candidatos que disputam o segundo turno eleitoral na Capital. A eleição que definirá Abilio Brunini (PL) e Lúdio Cabral (PT) como novo prefeito de Cuiabá acontece no próximo domingo (27). Além da negativa quanto à corrida pelo Executivo, a igreja também afirmou que não ter apoiado nenhum candidato a vereador.

A instituição sustenta que cada membro ou liderança pode ter sua opção pessoal e que a posição será respeitada, entretanto, reiterou que não há qualquer posicionamento oficial da igreja, reforçando ainda que não autorizou tal medida.

“A Igreja Assembleia de Deus de Cuiabá e região enquanto instituição não declarou apoio a nenhuma candidatura a vereador ou prefeito. Se algum de seus membros o fizer, essa ação declara sua decisão pessoal e nunca a da Igreja Assembleia de Deus de Cuiabá e região que não confere tal autonomia aos seus membros”, esclareceu o pastor Cristiano Rosa, presidente do Conselho.

Veja a nota:

Reprodução

 

Vale ressaltar que Abilio é neto do falecido pastor e um dos fundadores da Assembleia de Deus em Mato Grosso, Sebastião Rodrigues de Sousa , e tem apostado no “voto fiel” para se tornar prefeito da Capital. Ele tem reforçado que só existem cristãos de direita e que, por isso, deveriam apoiar seu projeto . Lúdio tentou fazer um aceno ao eleitorado cristão, foi atacado e até “defendido” por algumas lideranças .

A manifestação de “neutralidade” da igreja não foi bem aceita por internautas na página da igreja no Instagram. Muitos salientaram que neste momento de polarização deveria haver um posicionamento contra o PT e seus ideais. Outros cobraram apoio ao “irmão” Abilio – membro da igreja. Diante da repercussão nos comentários, a publicação foi apagada minutos depois.

Em 2022, o pastor Silas Paulo de Souza, presidente das Assembleias de Deus em Cuiabá e região, alertou diretores, colaboradores e funcionários da fundação vinculada ao Grande Templo que não seria permitido uso de adesivos, bandeiras, vestuário e demais acessórios que apresentem identificação de candidatos – em meio à polarização de esquerda x direita, na época.

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