
Aclyse de Mattos, Cristina Campos e Eduardo Mahon são os destaques da terceira edição do projeto Casa Aberta, que acontece amanhã (10), na sede da Academia Mato-grossense de Letras (AML). A iniciativa cultural, com entrada gratuita e aberta ao público em geral, oferece uma programação diversa que começa às 18h e segue até às 21h30. Asssessoria
Aclyse de Mattos, Eduardo Mahon e Cristina Campos participam do Papo Acadêmico
Com o tema “Água que acolhe gente: Terra onde brota letra”, o Casa Aberta celebra a literatura e a arte em todas as suas formas, sem restrições de gênero, etnia ou faixa etária. O evento ocorre na charmosa Casa Barão, um edifício centenário que abriga a AML, em Cuiabá.
Programação
Das 18h às 21h, na área externa da AML, o público poderá aproveitar a instalação artística Sopa de Letrinhas, um espaço interativo para escrita livre dos convidados; o Arte Kombi, com a artista Lua Brandão; além de opções gastronómicas com o chef Vitor Moreira.
Às 18h15, no Salão Nobre, acontece o Papo Acadêmico, com os escritores Aclyse de Mattos, Cristina Campos e Eduardo Mahon, que prometem um bate-papo inspirador sobre literatura e cultura.
Na sequência, às 19h, será exibido o documentário curta-metragem “Cuiabá sob o olhar de Lázaro Papazian” (13’, 2005), de Aliana Camargo & Cristiano Costa, que retrata a trajetória de um dos pioneiros da fotografia na capital mato-grossense.
A partir das 19h30, no pátio externo, a programação continua com o Slam da Academia (poesia oral), a apresentação Teatro da Poesia, com Edilaine Duarte e Duda Dal Bello, além da performance do B-boy Mc Guil. A noite termina com DJ e microfone aberto ao público a partir das 20h45.
Papo Acadêmico
Participam do Papo Acadêmico os escritores Aclyse de Mattos (Cadeira 3), Eduardo Mahon (Cadeira 11) e Cristina Campos (Cadeira 16).
Aclyse de Mattos é cuiabano, poeta, escritor. Professor da Faculdade de Comunicação e Artes da UFMT. Doutor em Comunicação pela UFMG com tese sobre a dimensão estética em textos verbovisuais. Livros publicados que tratam da vivência cuiabana e pantaneira: “Quem muito olha a lua fica louco” (poemas 2000); “Festa” (poemas 2012); “Sabiapoca” (infanto-juvenil 2018); “Motosblim – a incrível enfermaria de bicicletas” (infanto-juvenil 2019); “Com por” (poemas 2020)
Eduardo Mahon nasceu no Rio de Janeiro, mas vive em Cuiabá há vários anos, onde começou sua trajetória literária. Advogado e escritor, também se aventurou na edição da Revista Literária Pixé. Doutor em literatura, Mahon estudou a Geração Coxipó em Cuiabá e se aprofunda na análise do romance brasileiro. Mahon é um dos autores mais profícuos da literatura contemporânea produzida em Mato Grosso, com cerca de 25 livros, em prosa e verso.
Cristina Campos nasceu em Presidente Prudente (SP), mas tornou-se cuiabana ainda na infância. É professora aposentada, revisora, pesquisadora e escritora. É doutora em educação (USP), especialista em Língua Portuguesa, Semiótica e Semiótica da Cultura. Como escritora, tem publicações também na literatura infantil. Já lançou os livros “Pantanal mato-grossense: o semantismo das águas profundas”, “Conferência no Cerrado”, “Manoel de Barros: o demiurgo das terras encharcadas”, “O falar cuiabano”, “Bicho-grilo”, “Papo cabeça de criança travessa” e “O voo de Tilinha”.
O projeto
Casa Aberta é um projeto idealizado pela Academia Mato-grossense de Letras de Mato Grosso, com investimento do Governo de Mato Grosso, via Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
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