Adolescente sofreu queimaduras e foi estrangulada até a morte por irmão

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Montagem/24 Horas MT

Laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) atestou que a adolescente de 17 anos  assassinada no bairro Três Barras, em Cuiabá, sofreu queimaduras pelo corpo e foi estrangulada até a morte pelo irmão, Marcos Pereira Soares , de 23 anos. O crime aconteceu no dia 11 de março deste ano. Marcos foi preso em flagrante pelo crime e sua companheira, Mariane Mara da Silva, de 36 anos, foi presa temporariamente na quinta-feira (26). 

O delegado Caio Albuquerque, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, e a delegada Jéssica Assis, responsável por encabeçar as investigações dos casos de feminicídio na DHPP, explicaram que a menor foi estrangulada com uma peça de roupa. “Nós temos que a causa da morte foi esse estrangulamento causado por essa peça de roupa”.

“Tivemos, também, apontamento no laudo de diversas queimaduras em várias partes do corpo dela”, esclarece a delegada Jéssica Assis. Ainda conforme ela, o laudo não comprovou a violência sexual na vítima, mas apontou existência de conjunção carnal. “Não apontou indícios de laceração, nem nada do tipo. Só que isso não significa que não aconteceu. Isso também ainda está em apuração”, acrescenta.

A peça de roupa que a delegada menciona é um macacão que pertencia à Mariane . À princípio, ela negava participação no crime. No entanto, inconsistências no depoimento e novas descobertas feitas pela DHPP levaram à sua prisão temporária.

O crime

A adolescente desapareceu no dia 10 de março de 2026. O corpo foi encontrado no dia seguinte no Córrego Vassouro, com pedras amarradas e sinais de violência. Ela teria saído de casa voluntariamente e ido até a casa do irmão, após um pedido de conversa sobre a mãe. Lá, ela teria sofrido a violência sexual e, posteriomente, foi morta.

Irmão nega autoria do crime

Preso em flagrante na madrugada do dia 12 de março em uma área de matagal, Marcos Pereira negou ter cometido o crime e segue preso temporiamente após decisão do juiz João Bosco Soares da Silva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá. 

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Link da Matéria – via RD News

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