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O prefeito eleito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), declarou que deve apoiar a candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) na disputa pelo Governo do Estado em 2026. Entretanto, afirmou que precisa ser um “bom prefeito” para ser cabo eleitoral do republicano.
“O Pivetta sempre foi uma referência pra gente, nesse sentido de como cuidar da cidade. Se você for em Lucas do Rio Verde, vai ver que todos os bairros têm quadra, área de esporte e área de lazer. As escolas têm uma estrutura muito boa. Então, estivemos lá para aprender muitas coisas”, disse Abilio que relembrou os períodos em que Pivetta foi prefeito de Lucas do Rio Verde, em sua segunda gestão, de 2013 a 2016.
Abilio ainda destacou que sempre teve uma proximidade com o vice-governador e que pediu voto a ele em diversas ocasiões, exemplificando quando o apoiou nas eleições de 2022, quando Mauro Mendes (União Brasil) venceu a disputa para governador, ao lado de Pivetta. A chapa foi reeleita.
“Em 2022 ele [Pivetta] estava vice com o Mauro Mendes, nós estávamos no mesmo projeto e eu tenho certeza, todo mundo vai estar em um projeto muito bom para 2026 para Mato Grosso, para desburocratizar o estado e fazer com que continue avançando”, afirmou.
Apesar de ter sinalizado o futuro apoio a Pivetta, Abilio destacou que para ser um bom cabo eleitoral, precisa, antes de tudo, ser um “bom prefeito”.
“Nesse momento, a gente não está discutindo a eleição de 2026. Se o Abilio não executar um bom trabalho para Cuiabá ele não é um bom cabo eleitoral, então eu preciso ser um bom prefeito primeiro para poder ter as disponibilidades de estar ajudando uma disputa eleitoral em 2026. Acredito que é uma torcida minha e dos demais deputados, então estamos trabalhando juntos e conto com o apoio do Pivetta pra isso”, destacou.
Abilio também disse que entendeu o fato de não ter recebido apoio de Pivetta no primeiro turno, devido ao candidato a vice-prefeito, Marcelo Sandrin (Republicanos), que perdeu as eleições ao lado do deputado estadual, Eduardo Botelho (União Brasil), ser do mesmo partido que o vice-governador.
“No poder público, a gente não tinha muito contato. Isso aconteceu durante a eleição que ao segundo turno, ele [Pivetta] se sentiu mais à vontade. Nós esperamos um tempo para iniciar contato e aí começamos a falar sobre isso. Eu respeito muito a questão ética dele, apesar de termos essa proximidade, de ele não ter se posicionado, por questão partidária e do governador Mauro Mendes”, concluiu.
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