
O deputado Estadual Júlio Campos (União Brasil) declarou, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), que o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) e “qualquer um que assuma” o Hospital Estadual Santa Casa, herdará uma dívida que ultrapassa R$ 52 milhões, devido às mais de 900 ações trabalhistas de quitação de débitos a ex-funcionários da unidade médica.
“O Tribunal Regional do Trabalho já decretou que a prioridade é vender aquele acervo. Mas a preferência, eu acredito, que é do Governo do Estado, em parceria com a Santa Casa, com o apoio da Assembleia, é a gente manter aquele hospital funcionando”, disse Júlio Campos.
Gabriel Rodrigues/Rdnews
Crise financeira
Conforme publicado pelo , em 2019, o Governo do Estado assumiu a gestão do hospital , assumindo o controle da Santa Casa e de seus equipamentos de forma emergencial e temporária, no intuito de assegurar o atendimento de média e alta complexidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), diante da crise financeira enfrentada pela unidade médica.
No final de fevereiro deste ano, Abilio disse que avaliaria a possibilidade de comprar a Santa Casa do Governo de Mato Grosso , por considerar uma alternativa melhor do que manter o Hospital São Benedito, que possui um custo mensal de R$ 200 mil apenas com aluguel. Rodinei Crescêncio/Rdnews
Na semana passada, o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, declarou que a Santa Casa deve ser desativada assim que o Governo de Mato Grosso inaugurar o Hospital Central.
“Nunca foi segredo para ninguém que o Governo do Estado de Mato Grosso anunciou que, quando inaugurasse o Hospital Central, ele desativaria o Hospital Estadual Santa Casa, que não é de propriedade do governo”, disse Figueiredo à época.
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