
Rodinei Crescêncio/Rdnews
Mesmo a saúde pública de Cuiabá não convivendo hoje com atraso salarial de seus seis mil servidores, é possível que este setor se torne o primeiro calcanhar de Aquiles de Abílio Brunini, como prefeito a partir de 1º de janeiro.
Representantes de diversas categorias, como de enfermagem, agentes de saúde, odontólogos e médicos, não aceitam que o Palácio Alencastro cumpra o TAC estabelecido pelo Ministério Público e Tribunal de Contas para suspender o Prêmio Saúde, assim como o adicional por insalubridade, que representa 40% da folha salarial.
As despesas com insalubridade somam R$ 4,8 milhões mensais e, com o benefício do Prêmio Saúde, R$ 5,7 milhões. O prefeito Emanuel Pinheiro, a 13 dias de concluir o mandato, não cumpriu esse TAC, deixando a “bomba” para o sucessor.
No caso de Abílio, tudo indica que ele irá seguir essa orientação dos órgãos fiscalizadores, mexendo num verdadeiro vespeiro e sob risco das categorias decretar greve na saúde já no próximo mês.

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