
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), contestou a versão do antecessor Emanuel Pinheiro (MDB) e expôs que a Capital possuir apenas R$ 6,9 milhões nas contas bancárias e folhas de pagamento de aproximadamente R$ 78 milhões para serem quitadas.
Luiz Alves
Na cerimônia de transmissão de faixa nessa quarta-feira (01), Emanuel alegou que deixaria cerca de R$ 23 milhões em caixa e que mais R$ 20 milhões deveriam cair nas contas, resultado de articulação com o seu filho, deputado federal Emanuelzinho (MDB) e o ministro da Agricultura e Pecuária Carlos Fávaro (PSD).Segundo ele, valores podem ser usados para quitar a folha de pagamento de dezembro.
No entanto, ao assumi a gestão municipal, Abilio consultou as contase encontrou somente R$ 6,9 milhões disponivéis. Um duro ajuste fiscal será feito para reequilibrar as finanças com corte de 40% dos cargos comissionados e outras medidas para economizar R$ 100 milhões em 100 dias.
“Eu pedi para a Comunicação da Prefeitura compartilhar o extrato das contas da Prefeitura. Nós recebemos com R$ 6,8 milhões disponível no caixa, é só isso que tem no caixa de todas as contas da Prefeitura. A folha custa R$ 78 milhões. A Prefeitura que me foi repassada, tem R$ 6,8 milhões e uma de folha de R$ 78 milhões para ser pago”, disse Abilio, em entrevista ao Jornal MT1, da TV Centro América, nesta quinta-feira (02).
Fluxo de caixa
Para equilibrar as contas públicas, a equipe econômica da Prefeitura de Cuiabá conta com a entrada de recursos provenientes de emendas parlamentares (estadual e federal) e repasses do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores).
Outra fonte é a arrecadação própria do município formada pelos seguintes tributos: ITBI (Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis), ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).
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