
Júlio Dutra
Otaviano Pivetta aproveitou que estava em Brasília ontem, especialmente para prestigiar novas filiações ao Republicanos, e correu para a sede do PL, depois de falar, por telefone, com o dirigente nacional do partido, ex-deputado Waldemar da Costa Neto.
Adiantou que queria dar-lhe um abraço. Acompanhado do ex-deputado Nilson Leitão (PP) e de Eduardo Maciolli, da direção regional do Republicanos, Pivetta foi acomodado numa antessala, enquanto Waldemar terminava uma reunião com dirigentes do PL. A conversa entre ambos, marcada pela cordialidade, foi curta. Durou menos de cinco minutos.
A 13 dias de assumir de vez a cadeira de governador e em pré-campanha à sucessão estadual, Pivetta disse ao dirigente liberal que irá apoiar Flávio Bolsonaro à presidência, acreditando que poderia também receber a mesma retribuição dos liberais e até abrindo a possibilidade de Flávio ter dois palanques em Mato Grosso, um com o próprio Pivetta e outro com Wellington Fagundes (PL). Waldemar mais ouviu do que falou.

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