Mauro sinaliza oficialização de candidatura e diz que conversas para o senado ‘avançaram’

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), afirmou que está cada vez mais próximo de oficializar sua decisão sobre disputar uma vaga ao Senado nas eleições deste ano. Segundo ele, as conversas políticas estão em ritmo acelerado, mudando o discurso de semanas atrás, quando dizia que não dedicaria muito tempo ao assunto e que o mesmo estava em segundo plano. O comunicado de candidatura deve ser feito aos partidos e à Justiça Eleitoral até 4 de abril.

No fim de semana, enquanto participava do evento de filiação do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Max Russi, ao Podemos, o governador afirmou que sua participação foi o marco do início de suas atividades eleitorais com foco na pré-candidatura e que recentemente o diálogo avançou, indicando aceno para a disputa ao Senado.

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“Hoje é um grande marco sim, vou dedicar aí as próximas semanas até o dia 4 ou 5, que é o último dia do prazo [pela legislação eleitoral], para tomar a decisão sob processo acelerado, com diálogo e conversas. Pode ter certeza que até uma semana antes terei minha decisão”, declarou.

O movimento de Mauro também envolve articulações dentro da federação formada por União Brasil e Progressistas, que já indicou, na semana passada a senadora Margareth Buzetti como pré-candidata a uma das duas vagas ao Senado.

Ao comentar a possível dobradinha com a parlamentar, Mendes elogiou a atuação de Buzetti no Congresso Nacional e disse que ela tem respaldo do grupo político.

“Margareth Buzetti é uma grande senadora. Nos últimos tempos, ela foi uma das que mais produziu resultado. Se olhar a performance dela lá no Senado, mesmo como suplente que assumiu interinamente, deu resultado fantástico. Mostrou que não é com conversa fiada ou bravatas, ela deu resultado”, afirmou.

O governador destacou ainda projetos defendidos pela senadora, como o aumento da pena para feminicídio para até 40 anos, o endurecimento das punições para pedófilos e a criação do cadastro nacional de pedófilos.

“Ela aprovou leis que impactam as pessoas. Tem mais projetos tramitando. É uma senadora que tem meu respeito e tem nosso apoio para construir essa pré-candidatura”, completou.

Pela legislação eleitoral, toda pessoa que ocupa um cargo público e quer se candidatar a um cargo eletivo, se faz necessário o afastamento ou desincompatibilização do cargo, ou função atual. Esses prazos são baseados em leis e decisões anteriores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Os primeiros prazos começam a valer em 4 de abril, seis meses antes das eleições, marcadas para 4 de outubro (1º turno) e 25 de outubro (2º turno).

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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