
O deputado estadual Eduardo Botelho (União) criticou, nesta quinta-feira (19) votações em regime de urgência urgentíssima na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) e afirmou que pretende manter sua atuação na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) com foco na ampliação do debate.
“A gente precisa discutir todos os projetos e trabalhar para que diminuam esses projetos de urgência urgentíssima, porque isso aí perde a discussão, perde o voto”, declarou o parlamentar ao defender mais tempo para análise das matérias.
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Botelho afirmou permanecerá na presidência da CCJR e destacou que a escolha dos presidentes das comissões ocorre por eleição interna entre os membros indicados. Sobre sua atuação afirmou que pretende manter o mesmo procedimento adotado nos últimos anos, priorizando o debate técnico e a análise detalhada das propostas antes da votação em plenário.
Sobre a Comissão de Meio Ambiente, na qual é suplente do deputado Carlos Avallone (PSDB), Botelho disse que a definição final depende da composição interna das vagas. “Eu estaria na Comissão do Meio Ambiente, mas parece que não sobrou vaga lá para mim”, lamenta o parlamentar.
Na ALMT, as comissões permanentes são compostas por deputados indicados pelos blocos e partidos, respeitando a proporcionalidade partidária do plenário. A composição costuma ser renovada a cada sessão legislativa anual.

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