
Com pouco mais de 13.707 habitantes, o município de Alto Garças (357 km ao Sul de Cuiabá), que conta com 9 vereadores em sua Câmara, vai ter de tirar do bolso uma boa quantidade em seus impostos para pagar o “o Programa de Assistência à Saúde Suplementar” no valor de R$ 1 mil para cada um dos vereadores e servidores, efetivos e comissionados do Legislativo. O projeto virou lei sancionada pelo prefeito Cezalpino Mendes Teixeira Junior.
A assistência suplementar prevê um conjunto de ações de assistência médica, hospitalar, odontológica, psicológica e farmacêutica, diretamente pelo órgão ou entidade a que estiver vinculado o vereador ou servidor, mediante convênio ou contrato; ou por meio de auxílio financeiro para contratação, por iniciativa do beneficiário, de serviços, planos ou seguros privados de assistência à saúde e odontológica.
Em consulta ao portal da Transparência do município, somente o presidente da Câmara, vereador David Fraga de Carvalho, recebe mensalmente R$ 10.400 de salário, fora as verbas indenizatórias. Realmente, chama atenção como tal salário não é capaz de cobrir eventuais despesas médicas, enquanto a população depende do SUS.

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