Empolgação com metas de virada de ano já não convence maioria

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O ano começou, e com ele novos objetivos, ou não. O realizou uma enquete entre os leitores “você costuma fazer metas de ano novo?” e os resultados revelam que a tradicional lista de metas de Ano-Novo já não mobiliza a maioria. Segundo o levantamento, 39% afirmaram que não têm o hábito de traçar resoluções para o início do ano. Outros 31% disseram que já fizeram isso no passado, mas abandonaram o costume. Apenas 30% mantêm o planejamento de objetivos como parte do ritual de virada.

 

O resultado reflete uma mudança de comportamento diante da ideia de “recomeço”. A chegada de um novo ano costuma despertar, coletivamente, a sensação de que é preciso se reinventar: mudar hábitos, adotar uma rotina mais saudável, organizar a vida financeira, investir na carreira ou nos relacionamentos. Porém, para muitas pessoas, esse impulso inicial dura pouco e acaba sendo substituído por frustração, autocobrança e sensação de fracasso.

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Há algo bastante simbólico na virada do calendário. O Ano-Novo funciona como uma espécie de folha em branco, em que os erros e tropeços de 2025 parecem ficar para trás. Surge a expectativa de que, a partir de janeiro, será possível agir diferente, tomar decisões melhores e construir uma versão mais disciplinada de si mesmo. O problema é que, sem planejamento realista, apoio e compreensão das próprias limitações, esse ideal rapidamente se transforma em pressão.

 

Os dados da enquete do mostram que uma parcela expressiva dos leitores já percebeu esse ciclo e optou por não aderir mais às promessas de Ano-Novo. Para esse público, a mudança de hábitos não depende da virada do calendário, mas de processos mais contínuos, construídos ao longo do tempo, sem a pressão simbólica do “agora ou nunca” que janeiro costuma impor.

Gazeta Digital

 

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