
5 anos depois da pandemia de covid-19, que matou cerca de 700 mil pessoas no Brasil, o bolsonarista Antônio Galvan concorda e incentiva o “fique em casa”. Investigado por financiar atos antidemocráticos, o pré-candidato ao Senado sugere que empresários, produtores rurais e aliados da extra-direita a fechem as portas por alguns dias, numa forma de protesto pela prisão do líder.
No começo da pandemia, quando não se tinha vacina e os estudos ainda avançavam sobre a doença, a recomendação era isolamento social para evitar a proliferação do vírus. O presidente Jair Bolsonaro (PL), na época, era contra o “ficar em casa”, pois as empresas iriamn quebrar. Agora que, segundo Galvan, o país está quebrado, a saída é ficar em casa?

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