
Tony RibeiroTCE-MT
O senador e pré-candidato ao Governo Wellington Fagundes (PL) garante que o partido, por enquanto, definiu apenas o seu projeto e o do federal José Medeiros (PL), que irá ao Senado, restando ainda pendente a indicação de quais nomes irão compor a chapa majoritária para as candidaturas a vice-governador e a segunda ao Senado, além das suplências das duas senatórias.
“As convenções é que definirão tudo isso. O trabalho agora é o Wellington viabilizar-se, como estou fazendo, visitando, como as pesquisas apontam, como o primeiro em todos os aspectos. Cabe também ao Medeiros fazer o mesmo e ele está fazendo. Está viajando, está andando, está fazendo e cada um ao seu modelo”.
Questionado se poderia apoiar uma chapa contrária a da deputada estadual e nora Janaina Riva (MDB), que é pré-candidata ao Senado, Wellington voltou a frisar que o processo está em construção. “Em momento nenhum a Janaína disse que vai coligar com o PL. Ela, a Janaína, disse que vai construir o partido dela agora. E nós vamos construir o nosso”, desconversa.
O presidente nacional do PL Waldemar da Costa Neto, por sua vez, disse recentemente que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tende a apoiar o projeto de Medeiros e do governador de Mato Grosso Mauro Mendes (União), que deve renunciar ao cargo para disputar o Senado.
Para o dirigente partidário, há um problemaço a ser resolvido em Mato Grosso, uma vez que o MDB tem se aproximado do PL, o projeto de Janaina está se viabilizando e ela é nora de Wellington. Além disso, outro entrave é o fato de Mauro desejar apoiar o projeto do seu vice-governador Otaviano Pivetta ao Paiaguás e do PL ter Wellington como nome ao governo.
“É natural que cada um possa colocar a sua opinião. E olha, quem quer ser candidato tem que ter acima de tudo tolerância, paciência, ouvir muito, e se puder falar menos”, diz, numa referência à efervescência de opiniões sobre a chapa idear para a disputa de 2026.

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