Carlos Fávaro completa 1000 dias no comando do Ministério da Agricultura

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Filho de produtores rurais,  Carlos Fávaro (PSD) chegou em Mato Grosso há 40 anos, na época, uma região de assentamentos, hoje um próspero polo da agropecuária mundial, no Morocó, divisa entre os municípios de Lucas do Rio Verde e Sorriso, onde iniciou sua trajetória na produção de arroz, milho, sorgo e soja. Presidiu a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) e foi vice-presidente da Aprosoja Brasil. Em 2014,  foi eleito vice-governador do estado, tornou-se senador em 2020 e chegou ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desde o começo de seu mandato.

Ao longo desses dois anos e nove meses de gestão, contabiliza importantes conquistas na pasta. Ultrapassando as expectativas do governo federal, foram abertos 442 mercados para produtos da agropecuária brasileira, levando alimentos, fibras e energia renovável do Brasil para mais de 170 países ao redor do mundo. Assessoria

Carlos Fávaro, senador por Mato Grosso, foi empossado como ministro da Agricultura e Pecuária pelo presidente da República Lula

Em seu discurso de posse, lembrou dos inúmeros brasileiros que não conseguiam realizar as três refeições por dia, destacando o combate à fome como principal e primeiro desafio a ser enfrentado neste governo e o papel da agricultura e da pecuária nessa tarefa. No dia 28 de julho, a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu o Brasil como fora do mapa da fome novamente.

Também foi destaque internacional o reconhecimento, pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação.

“Erradicar a febre aftosa e responder com agilidade a surtos como gripe aviária e vaca louca mostra que o Brasil tem um sistema sanitário robusto, confiável e alinhado com os mais altos padrões internacionais. Reforçamos a vigilância, modernizamos os sistemas de rastreabilidade e respondemos com agilidade a essas doenças, sempre com base em ciência, tecnologia e credibilidade internacional. Esse compromisso é o que nos permite ampliar mercados, garantir segurança alimentar e fortalecer ainda mais a confiança no agro brasileiro”, destacou Fávaro.

Obstinado por uma gestão contemporânea, atenta aos desafios e também às oportunidades do avanço tecnológico, implantou, durante sua gestão no Mapa, o sistema de assinatura eletrônica para emissão de Certificados Sanitários Nacionais (CSN) para o trânsito no território nacional de produtos de origem animal e o módulo para emissão de certificados fitossanitários eletrônicos (e-Phyto), além de ferramentas como a plataforma AgroBrasil+Sustentável, Passaporte Agro e AgroInsight, entre outras.

Terceiro representante de Mato Grosso no comando do Mapa, sucedendo Neri Geller e Blairo Maggi, tornou-se o mais longevo do estado no cargo. Isso permite o desenvolvimento de políticas públicas estratégicas para o desenvolvimento regional, além de aproximar o governo federal das demandas da população mato-grossense. Resultado disso são as obras de pavimentação e o licenciamento da BR-158, na região Araguaia; mais de 32 mil moradias no programa Minha Casa, Minha Vida, inauguração das obras dos aeroportos de Várzea Grande, Sinop, Rondonópolis, Alta Floresta e Sorris; entrega de unidades odontológicas móveis e muitas outras ações.

A mais recente conquista é a instalação de um escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) em Cuiabá.

Além do impulso às exportações e atração de investimentos para o estado, Fávaro tem se dedicado especialmente às medidas de redução das desigualdades regionais. Escolheu Mato Grosso para realização do projeto piloto do programa Solo Vivo.

A iniciativa foi lançada oficialmente pelo presidente Lula em assentamento rural no município de Campo Verde. Ao lado de Fávaro, o chefe do Executivo já visitou o estado em quatro ocasiões neste mandato, contemplando agendas nas regiões Sul, Nortão, Médio Norte e na Baixada Cuiabana.

O ministro elenca como um de seus principais legados para a agricultura mato-grossense a instalação da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Nossa Senhora do Livramento, conectando a Baixada Cuiabana ao desenvolvimento de pesquisas para aumento e melhoria da produção de alimentos.

Ainda são destaques de sua atuação no Mapa para Mato Grosso o projeto Alimentar, que trata de hortas urbanas e distribuição de alimentos para famílias em situação de vulnerabilidade; o Programa Estratégico de Fortalecimento Estrutural dos Assentamentos Rurais e Agricultura Familiar de Mato Grosso; Geração de Energia Fotovoltaica Rural; lançamento da Rota da Banana e o programa de Segurança Alimentar para etnias indígenas.

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Link da Matéria – via RD News

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