
Num combinação que mistura acordos políticos e rodízios, nada menos que 28 suplentes, no intervalo de dois anos desta legislatura, já assumiram cadeira numa Assembleia que conta com 24 assentos de parlamentares.
Os últimos foram Valdeniria Dutra, Edcley Coelho, Arnaldo Júnior e Edna Sampaio. A maioria só atuou por 30 dias e não consegue nem nomear assessores. Nas urnas de 2022 quase todos obtiveram votação pífia. Para contemplar suplentes, vários deputados se licenciaram por duas ou mais vezes.
Enquanto estão deputados, suplentes ganham quase R$ 100 mil de rendimentos (R$ 30 mil de subsídio e R$ 65 mil de VI).
Outros que viraram deputados por alguns dias, de 2023 para cá, foram Henrique Lopes, Graciele Marques, Baiano Filho, Gilberto Figueiredo, Valter Miotto, Xuxu Dal Molin, Adenilson Rocha, Leandro Damiani, Reck Júnior, Francis Maris, Alex Sabino, Silvano Amaral, Shelila Krener, Roni Magnani, Marildes Ferreira, Hugo Garcia, Priscila Dourado, Cláudio Senna, Sandy de Paula, Wlad Mesquita, Gilmar Miranda, Moacir Couto e Chico Guarnieri, que assumiu de vez a cadeira com a renúncia de Cláudio Ferreira.

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