Justiça mantém prisão de policial suspeito de matar personal trainer em VG

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O juiz Pierro De Faria Mendes, da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, manteve a prisão do soldado da Polícia Militar, Raylton Duarte Mourão , lotado no 1º Batalhão da PM, de Cuiabá. O militar, é apontado como o atirador que matou a personal trainer Roseli da Costa Souza Nunes , de 33 anos, no último dia 11, em Várzea Grande. O PM se entregou à Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (22).

Em sua decisão, o juiz declarou não ter vislumbrado a ocorrência de maus-tratos ou tortura contra o PM no ato da prisão, de modo que manteve a prisão. 

João Aguiar/Rdnews

“(…) conforme as declarações do autuado [Raylton] afirmando fazer tratamento psiquiátrico (síndrome do pânico, depressão e outros transtornos), verifico necessário o encaminhamento sanitário. Oficie-se à diretoria da unidade prisional e à Secretaria Municipal da Saúde de onde o custodiado for recolhido para que, no prazo de 10 (dez) dias, proceda ao tratamento adequado”, diz trecho da decisão. 

O crime

Roseli foi assassinada a tiros na manhã do dia 11, dentro de seu carro, em frente a casa da irmã da vítima, no bairro Canelas. A personal trainer estava saindo para trabalhar.

Além de Rayton, sua esposa, Aline Valandro Kounz – que segue foragida – também é suspeita de envolvimento no crime. 

De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), um acidente de trânsito, ocorrido em março deste ano, entre o carro que Roseli dirigia, um caminhão-pipa da empresa de água potável de Raylton e Aline e uma moto, pode ter motivado o homicídio da personal trainer.

Conforme registro policial, à época, o caminhão-pipa teria invadido a preferencial, fazendo Roseli frear, porém, um motociclista que seguia logo atrás não conseguiu desviar e veio a colidir contra o carro da personal trainer. 

A vítima tentou acordo diretamente com o PM, mas, diante das dificuldades impostas para o pagamento, decidiu ingressar com uma ação judicial. A ação tinha um pedido de reparação por danos materiais e morais, estimados em até R$ 9,6 mil.

Uma audiência de conciliação entre as partes estava marcada para o dia 16 deste mês, no 1º Juizado Especial de Várzea Grande.

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Link da Matéria – via RD News

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