
Qualquer candidato que quiser se eleger à Câmara Federal precisa superar a meta de 45 mil votos, mínimo de 20% do quociente eleitoral, que deve ficar em 225 mil votos, considerando que Mato Grosso deverá superar a 2 milhões de eleitores.
A tendência é do número de cadeiras se ampliar de 8 para 9.
Pela simulação feita por líderes políticos e com base na lista de pré-candidaturas colocadas até agora, quatro partidos atingiriam o quociente, alcançando seguramente uma cadeira: PL, União/PP, PSD e Republicanos ou MDB – estes dois últimos dependeriam de ter na chapa Juarez Costa, deputado considerado “puxador” de votos e que está com um pé no MDB e outro no REP.
As outras cinco vagas seriam preenchidas na segunda e terceira fases, quando entra nos cálculos a cláusula de desempenho. Se a federação PT/PV/PCdoB, por exemplo, não alcançar o quociente, mas chegar a 180 mil votos, conquistaria uma vaga. E as demais cadeiras seriam preenchidas pela ordem dos mais votados.

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