Dilemário promete convidar Abilio para depor e minimiza crítica contra CPI

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O líder do Executivo na Câmara de Cuiabá, vereador Dilemário Alencar (União Brasil), relator da CPI da CS Mobi, afirmou que vai atender ao pedido do prefeito Abilio Brunini  (PL) e convidá-lo para prestar depoimento antes da conclusão do relatório final.  A comissão investiga o  contrato da Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos entre a Prefeitura da Capital e a empresa que explora o estacionamento rotativo na área central da cidade.  O prazo para conclusão dos trabalhos encerra em 10 de outubro.

Dilemário também minimizou as críticas de Abilio à condução da CPI. Ocorre que o prefeito declarou ter sensação que a CPI não quer continuar investigando o contrato com a CS Mobi e que a postura causa estranheza.

Secom

“Vamos fazer esse convite para o prefeito Abilio vir na Câmara fazer as suas considerações, apontar algumas provas que eventualmente  possa ter. Enfim, a contribuição que ele possa dar e vamos estudar se é preciso chamar, por exemplo, a pessoa que elaborou o termo de referência, algumas outras pessoas e temos tempo suficiente para fazer o relatório. O importante é que o relatório venha apontando a desvantajosidade desse contrato, onde essa empresa recebe milhões por mês da Prefeitura para construir um bem público, que é o Mercado Municipal e depois todo o dinheiro  fica com a empresa”, declarou Dilemário, nesta terça-feira (16).

Além disso, Dilemário tentou minimizar a crítica de Abilio à CPI da CS Mobi. Além de considerá-la “natural”, afirmou que todo cidadão tem direito de criticar.

  “Eu vejo com naturalidade, qualquer pessoa pode criticar, pode fazer observações, não é porque o prefeito exerce esse cargo. O prefeito Abílio, ele pode fazer as suas considerações, agora a CPI está trabalhando no sentido de fazermos um relatório que realmente atenda a população de Cuiabá”, completou.

Já o vereador Rafael Ranalli (PL), presidente da CPI e aliado de primeira hora de Abilio, não recebeu bem a fala do prefeito. Além de se declarar “chateado” , disse que é preciso esclarecer o que causa “estranheza” na condução dos trabalhos.

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Link da Matéria – via RD News

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