
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), defende que o Brasil não deve aceitar nenhum tipo de interferência dos Estados Unidos, independente dos americanos serem detentores de um império bélico e financeiro, pois temos nossa soberania, que nunca esteve na mesa para qualquer tipo de negociação. O presidente Donald Trump tenta defender o “amigo”, ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL), condenado no inquérito da trama golpista pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A ofensiva mirou a economia brasileira com sanções em 50% sobre produtos importados do Brasil, com exceção de 700 itens e cancelamento de vistos de autoridades políticas e do Judiciário. Uma nova rodada deve ocorrer, sob influência do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atua nos Estados Unidos como “exilado”. Na avaliação de Max, quando questionado se a soberania poderia ser negociada, rejeitou de maneira incisiva.
“Nós somos um povo livre, nós precisamos manter isso. Nós não podemos nos subjugar e servir a nenhuma nação do mundo, por mais rica que seja. Isso é igual dizer que o pobre tem que atender o rico, porque o rico é rico. Não, longe disso. Todo mundo tem que ter os seus direitos, os mesmos direitos, as mesmas condições. E não é porque um país tem uma condição financeira, um império bélico, um império econômico, que é melhor que o Brasil. Jamais, não podemos aceitar isso”, argumentou.
Max sustenta que o Brasil tem seu lugar de destaque e não pode ser tratado como um pequeno país que sucumbi a interesses externos. Aliás, estendeu críticas a brasileiros que atacam a própria nação e se colocam em uma posição se subserviência a outros países.
“Eu não vou jamais bater continência, venerar Estados Unidos ou qualquer outra nação do mundo. Eu acho que eu tenho que ter orgulho do país que eu vivo, do estado que eu moro, da cidade que coloca comida na mesa dos meus filhos, da minha. Jamais, ainda mais uma bandeira de países que acham que a gente é submundo, que a gente é uma raça inferior, longe disso, muito pelo contrário”, relembrando que também repudiou o uso de bandeira americana em atos pela anistia de Bolsonaro no dia da Independência do Brasil.
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