Quer resultados exponenciais? Pare de olhar só para o líder e forme equipes protagonistas

Imagem

Rodinei Crescêncio/Rdnews

Muito se fala sobre o desenvolvimento do líder, seu peso e suas responsabilidades. Mas pouco se fala sobre o desenvolvimento das competências de adaptação das equipes que estão sob essa liderança.

Essa é uma das linhas de trabalho que aplico no dia a dia das empresas: o incentivo às equipes para que evoluam em suas mentalidades e assumam a sua própria liderança — a liderança de atitude, e não de crachá.

Quero frisar esse ponto, pois, quando a empresa amplia o olhar para esse aspecto, o tracionamento de resultados se potencializa exponencialmente, principalmente quando falamos de empresas de pequeno e médio porte. “ Incentivo às equipes para que evoluam em suas mentalidades e assumam a sua própria liderança — a liderança de atitude, e não de crachá”

Como tema principal, incluo o desenvolvimento de competências como protagonismo e autorresponsabilização, nas quais cada um tem clareza sobre si mesmo: seu perfil, suas forças, assim como os aspectos de melhoria, acrescidos de atitudes de protagonismo e de autorresponsabilização.

Quando a empresa foca e coloca atenção plena nesse tipo de postura, cria um verdadeiro exército de integrantes que velam pela saúde e pelo crescimento do negócio. Isso porque, quando as pessoas desenvolvem um olhar sobre si mesmas com foco em evoluir em vários aspectos da vida — para além do financeiro, mas também no emocional, relacional, espiritual, familiar, entre outros —, elas compreendem que o ambiente onde aplicam seus talentos, esforços e tempo precisa estar compatível e funcionar como um “turbo” essencial nesse processo.

Com esse tipo de mentalidade sendo buscada e, principalmente, incentivada pela empresa, o jogo muda. O líder de crachá passa a fluir com mais facilidade, pois encontra um grupo que olha para ele com maturidade e cobra a reciprocidade nesse aspecto. Isso cria um ciclo de abundância para todos e, automaticamente, uma cultura forte, onde todos são responsáveis e cuidam tanto de seus próprios interesses quanto dos interesses do bom fluir do sistema, do grupo e do negócio.

E você, já tinha olhado para a sua empresa com esse olhar?

Cynthia Lemos é psicóloga e empreendedora; fundadora da Grandy Psicologia Empresarial e escreve neste espaço quinzenalmente às quintas-feiras

Link da Matéria – via RD News

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será publicado.


*