
O secretário de Governo da Prefeitura de Cuiabá, Ananias Filho (PL), garante que a fusão das pastas de Cultura e Lazer e Esporte, junto à Educação , garante autonomia dos secretários afetados, Jhony Everson e Jefferson Neves, sinalizando que não teme debandada de aliados, como a vereadora Michelly Alencar (União Brasil). Ela é esposa de Jefferson Neves, que conduzia a pasta de Esporte.
A reformulação foi aprovada em regime de urgência nesta terça-feira (2), a pedido do prefeito Abilio Brunini (PL), colocando o secretário de Educação, Amauri Monge, como o “cabeça” administrativo sob as três pastas. Nos bastidores, os secretários afetados estariam descontentes com decisão, embora Ananias e o gestor assegurem que eles terão “liberdade” de gerir as respectivas pastas.
Reprodução
Em entrevista, Ananias foi questionado sobre a situação de Michelly Alencar, que não participou da votação para a readequação administrativa. A vereadora se retirou do plenário enquanto a matéria era analisada.
“[Ela não vai para a oposição] de forma alguma. A vereadora Michelly é comprometida com a gestão do prefeito Abilio e com tranquilidade, hoje à tarde, haverá reuniões e todo mundo vai saber que haverá independência de forma clara aos titulares das pastas. Não irá se confundir a política de Esporte, a política de Cultura e a política Educacional, de forma alguma. Essas políticas serão mantidas com independência. O que se está fundindo é a parte de gestão administrativa. Somente isso e mais nada”, argumentou Ananias.
Ele reiterou que tanto Jeferson Neves como Jhony Everson serão tratados como secretário, ou seja, responsáveis pelas políticas públicas que já desempenham, sem interferência de Amauri Monge, que continua à frente das políticas da Educação, sendo chefe exclusivamente da parte administrativa.
Reprodução
“Será a política pública de Cultura, política pública de Esporte e a política pública Educacional que vai ser gerida por eles. Cada um vai ter uma gestão. O que se está fazendo é uma sistêmica para que a parte de administração será encarregada por um só CPF. O Amauri fica respondendo pela parte administrativa de todas as gestões. Mas as políticas públicas quem irá gerir são os secretários”, emendou, indicando a necessidade de otimização de recursos.
Segundo o prefeito Abilio Brunini, a medida vai gerar economia de R$ 4 a 6 milhões, com a centralização de gestão, que afeta contratos como softwares, gestão de sistemas, locação de impressoras e outras. No mesmo projeto aprovado também houve a fusão da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) junto à Secretaria de Segurança Pública, sob comando da coronel da PM, Francyanne Siqueira Chaves Lacerda, que já acumulava as duas funções.
Entre na comunidade de WhatsApp do Rdnews e receba notícias em tempo real . (CLIQUE AQUI)

Faça um comentário