
O senador Wellington Fagundes (PL), que se articula para disputar o Governo do Estado em 2026, adota cautela sobre o resultado da pesquisa do Instituto Informar . O levantamento foi divulgado com exclusividade pelo nesta semana.
Wellington, com 20,3%, aparece em segundo lugar, tecnicamente empatado com o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos). O republicano está na dianteira da preferência do eleitorado, com 21,1%.
Rodinei CrescêncioRdnews
Além disso, Wellington se diz aberto para conversar com outras forças políticas, incluindo MDB e Federação União Progressista (União Brasil e PP). Segundo ele, seu objetivo é chegar ao Palácio Paiaguás para fazer um governo melhor que Mauro Mendes (União Brasil).
“A pesquisas são pesquisas. Então, eu não discuto pesquisa. Eu quero discutir a minha estratégia. E a minha estratégia é, em primeiro lugar, Mato Grosso. Por isso, que eu acho que, agora, neste momento, cada um tem que fazer o seu trabalho. E depois nós vamos avançando”, disse Wellington ao chegar no ato de filiação da senadora Margareth Buzetti, que trocou o PSD pelo PP na esperança de se viabilizar à reeleição, realizado nesta quinta-feira (21).
Segundo Wellington, Mauro Mendes está fazendo um segundo mandato muito bom. No entanto, acredita que pode fazer Mato Grosso avançar mais caso assuma a chefia do Executivo.
“Porque nós queremos melhorar, avançar mais o estado de Mato Grosso. É isso que nós queremos. O governador Mauro está fazendo um governo, e eu disse para ele, quando ele foi candidato à reeleição, que ele tinha que ser muito melhor do que o primeiro. E está sendo. E eu quero ser um governador para ser melhor que ele”, completou o senador.
Sobre possíveis alianças, Wellington acredita que é possível construir o entendimento com a Federação União Progressista e outros partidos do arco de alianças de Mauro Mendes, que já declarou apoio a Pivetta ao governo estadual. Para o senador, as eventuais arestas podem ser aparadas até o período das convenções partidárias, no ano que vem.
“Coligações, convenções, será o ano que vem. Agora é a hora da gente poder dialogar, acima de tudo, com quem quer o melhor para o Brasil e quem quer o melhor para o Mato Grosso. E eu acho possível, aqui dentro desses partidos, fazer uma grande aliança”, concluiu.

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