
Montagem/Reprodução
Apontado como líder do Comando Vermelho em Mato Grosso e considerado de alta periculosidade, Sandro da Silva Rabelo, conhecido como “Sandro Louco”, retornou ao convívio comum da Penitenciária Central do Estado (PCE). A decisão é do juiz Geraldo Fidelis Neto, da 2ª Vara Criminal de Cuiabá.
Como já informado anteriormente pelo , em fevereiro deste ano Sandro Louco foi transferido para o Raio 8 , ala de segurança máxima da PCE, após supostamente ordenar rebelião, contratar hacker para inserir falso alvará de soltura em sistema do judiciário e comprar uma arma de fogo para a mãe, de dentro da cela.
A decisão tinha validade de 6 meses, podendo ser prorrogada. No entanto, após nova avaliação, o juiz entendeu que não há fatos contemporâneos que indiquem risco atual à ordem prisional ou à sociedade, por conta disso, mandou Sandro Louco de volta para o setor de convívio comum no dia 6 de agosto.
O Ministério Público tentou apelar contra a determinação, mas o recurso foi negado. “Deve-se reconhecer que os argumentos trazidos pelo Ministério Público foram exatamente os mesmos que subsidiaram sua inclusão no RDD (Raio 08). Ainda que os considere válidos, a prorrogação exige inequívoca demonstração de que permanecem hígidos. Não basta apenas invocá-los novamente”, entendeu o magistrado em nova decisão, proclamada nessa segunda-feira (18).
Além disso, na mesma decisão, o juiz também ordenou que a direção da unidade avalie a possibilidade de confecção de carteira de visitantes à sua esposa e mãe de Sandro Louco.
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