DJs voltam à prisão em investigação contra lavagem de dinheiro do tráfico

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Os DJs Diego de Lima Datto e Patrike Noro de Castro, foram, novamente, alvos de operação policial. Dessa vez, eles estão na mira da Delegacia de Repressão a Narcóricos (Denarc), que investiga a lavagem de dinheiro do tráfico de drogas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

 

Os DJs já foram presos em 2019 suspeitos de venderam drogas sintéticas em festas que tocavam. Eles também atuavam na modalidade de ‘delivery’. Conforme apurou o , Diego, 41, foi preso em casa, no bairro Araés, onde a polícia também cumpriu busca e apreensão.

 

O irmão dele também foi encaminhado para a delegacia, onde assinou um TCO. Na casa foram apreendidos 4 telefones. Já Patrike, 39, foi preso em um apartamento, no Despraiado. A polícia apreendeu o celular dele, um veículo Land Rover, além de 54 cigarros eletrônicos.

 

A operação desta quinta (14) é fruto de uma investigação qualificada de longo prazo feita pela Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), que identificou movimentações financeiras milionárias entre os investigados. O inquérito original é de 2019, fruto de outra operação.

 

Ao todo, são 7 prisões, 11 cautelares diversas de prisão, 14 mandados de busca e apreensão, além de 19 ordens de bloqueio de contas bancárias e sequestro de 16 automóveis. 

 

Investigação

Foi constatado que os alvos movimentavam valores expressivos por meio de contas próprias, sem lastro documental ou origem comprovada. Os valores eram fracionados em pequenas quantias e transitavam entre contas físicas e jurídicas para ocultar e dissimular a real origem do dinheiro. 

 

O alvo principal já está preso e agora, a operação mirou em outros integrantes do grupo criminoso. Segundo o delegado André Rigonato, responsável pelas investigações, as ordens judiciais contra os investigados buscam não apenas a responsabilização penal dos envolvidos, mas também a descapitalização dos membros do grupo criminoso.

 

“O objetivo é interromper o fluxo financeiro do grupo criminoso, ampliando o alcance das ações repressivas contra o crime organizado em Mato Grosso”, disse o delegado. 

 

As investigações prosseguem com análise do material apreendido e a apuração de eventuais novos envolvidos.

 

Link da Matéria – via Gazeta Digital

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