
O coeficiente eleitoral para deputado federal deve subir para 219.550 votos para alcançar uma vaga, considerando nove cadeiras para representação de Mato Grosso em Brasília, uma a mais da atual legislatura.
Para adequar a proporcionalidade de vagas por Estado, o Congresso Nacional aumentou de 513 para 531 deputados. E caberá agora ao TSE redistribuir essas cadeiras.
Em 2022, MT registrou 1.730.719 votos válidos para deputado federal. Para 2026, projeta-se o quantitativo de 1.975.952 eleitores que, divididos por nove cadeiras, chegaria a um coeficiente de 219.550 votos por cada vaga.
Mesmo que candidatos façam parte de chapas competitivas, não será tarefa fácil seus partidos e/ou federações garantir duas ou três vagas. Exigirá ao menos 50 mil votos para estar entre os futuros eleitos.
Veja o exemplo do União do governador Mauro Mendes. Para assegurar duas cadeiras, a chapa a ser formada por 10 nomes, entre eles Fabinho Garcia, Virgínia Mendes e Gisela Simona, precisariam somam 430 mil votos. Na eleição passada, o União conseguiu duas vagas, com Fabinho (98.704 votos) e, pela sobra, coronel Assis (o menos votado dos eleitos, com 47.479). Desta vez, Assis irá disputar pelo PL.

Faça um comentário