Vereadora quer obrigar contratação de artistas cuiabanos na Capital – saiba

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A vereadora por Cuiabá, Katiuscia Manteli (PSB), quer impor a “cota cultural” nas novas edificações da cidade, obrigando a exibição de pelo menos 25% das obras de arte com autoria de artistas cuiabanos ou mato-grossenses. A medida alcançará fachadas, halls de entrada, saguões e outros espaços, e receberá o nome de “Lei Dalva de Barros”, artista plástica de 90 anos, considerada uma das maiores de Mato Grosso.

“A escolha de seu nome para batizar esta lei simboliza sua atuação como guia da arte cuiabana e permite que sua memória se perpetue na vida da cidade, por meio da valorização da produção artística local e da inserção qualificada da arte no ambiente urbano”, defendeu.

Secom

No texto da proposta protocolada na Câmara, Katiuscia sinaliza que a obrigação valerá sobre novas edificações superiores a 2 mil m², onde deverão conter locais de destaque para a exposição artistica, que poderão ser em painéis em cerâmica, esculturas, murais ou relevos escultóricos e pinturas em tela, parede e afins.

Se a obra foi exposta por exemplo em fachadas, Katiuscia defende que a pintura deve ser feita com tinta resistente e boa qualidade, para garantir durabilidade e evitar desgaste. A proposta se estenderá a edificações públicas e privadas de uso coletivo, como: edifícios residenciais e comerciais, órgãos público municipais, casas de espetáculo, hospitais, bancos, escolas, clubes, hotéis, motéis, pousadas, restaurantes, praças, parques e ginásios.

As obras de arte previstas nesta lei somente poderão ser executadas por artistas plásticos cuiabanos ou, excepcionalmente, por artistas mato-grossenses que residam há mais de 2 anos na Capital, devendo em ambos os casos estarem antecipadamente inscritos no órgão municipal no âmbito de sua atribuição.

Dalva de Barros

Dalva de Barros  foi uma formadora de gerações. Atuou como supervisora do Ateliê Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso (1976 a 1980) e do Ateliê Livre da Universidade Federal de Mato Grosso (1982), contribuindo decisivamente para o desenvolvimento de artistas como Adir Sodré e Gervane de Paula, entre tantos outros.

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Link da Matéria – via RD News

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