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O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini (PL) fez questão de “visitar” os deputados e senadores que estão “acampados”, ocupando as Mesas Diretoras do Congresso, para cobrar a aprovação do PL da anistia, que beneficia os envolvidos aos ataques de 8 de janeiro e que pedem a votação de pautas “anti-STF”, além do impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Segundo o liberal, os parlamentares querem deixar claro que não são contra a instituição STF, mas sim contra o ministro Moraes.
Segundo ele, Alexandre Moraes se posiciona de forma exacerbada, passando dos limites que prevê a Constituição Federal. “Muito se assemelha àquilo que eles acusavam que acontecia durante o julgamento da Lava Jato com o Sérgio Moro [hoje Senador], onde eles acusavam o Sérgio Moro de criar provas, de construir provas, de moldar um procedimento para condenar o Lula. E hoje tudo parece a mesma circunstância, onde informações vazam para fora do nosso país mostrando que houve provavelmente uma indução a um posicionamento do Judiciário em relação ao caso do 8 de janeiro e uma indução a um posicionamento com possivelmente construção de provas e tudo mais sobre o ministro Alexandre Moraes e as ações do 8 de janeiro e algumas outras coisas”, dispara Abilio rem vídeo postado nas redes sociais – veja vídeo
Moro e o então procurador-chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, teriam atuado em conluio para obter provas e condenar investigados na operação que investigou vários esquemas de corrupção envolvendo contratos da Petrobrás. Lula chegou a ser preso e se tornar inelegível. Anos depois, o STF anulou as condenaçõestomadas pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) nas ações penais contra o petista porque Vara liderada por Moro não tinha competência para julgar crimes.
Ex-deputado federal, Abilio também aproveitou para sair em defesa do ex-presidente da República Jair Bolsonaro. O prefeito ressalta que o Capitão ainda não foi condenado, mas que está em processo de julgamento e já, antecipadamente, é censurado, proibido de dar entrevista, proibido de usar suas redes sociais e agora está preso em casa, usando tornozeleira.
“Esse tipo de medida faz com que esse conflito aqueça ainda mais, que a população brasileira assista a um Congresso em crise, um Parlamento em crise e isso vai trazer reflexos na nossa economia. Entenda bem, a tendência é que mais empresas que estão já fechando com essa insegurança jurídica e essa insegurança política do nosso país, elas possam ter mais recessão e mais prejuízo econômico”, prevê.
O ex-federal saiu ainda em defesa dos colegas de Parlamento que, segundo ele, estão fazendo uma manifestação pacífica e ordeira cobrando as medidas que acham mais corretas.
“Eu volto para Cuiabá e sigo à frente. Vamos continuar orando pelo Brasil. Ore pelas nossas autoridades, ore pelos ministros do STF, ore pelo governo federal, ore por todos nós para que nós possamos encontrar uma solução pacífica, ordeira e um resultado que seja bom para a população brasileira”.
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