
Diante da crescente onda de violência e casos de assédio sexual ocorrendo nas últimas semanas no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Cuiabá, inclusive com o corpo de uma mulher encontrado nas dependências da instituição, na quinta-feira (31), a reitora da universidade, Marluce Silva, anunciou para a imprensa um conjunto de medidas para reforçar a segurança no campus. Saltou aos olhos a quantidade de câmeras a serem requisitadas para reforçar a vigilância: 600 aparelhos externos do programa Vigia Mais MT .
O dado, contudo, foi equivocado. Nesta sexta-feira (1º), a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), responsável por ceder os equipamentos, corrigiu a informação repassada pela educadora. Ao todo, serão 66 câmeras e não 600 como informado. De fato, o número foi um pouco exagerado.
NOTA
A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) informa que está em fase final o processo de formalização do termo de cooperação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para adesão ao programa Vigia Mais MT. Neste momento, a Sesp-MT aguarda o retorno da instituição com a assinatura para realizar a entrega dos equipamentos de videomonitoramento.
O termo de cooperação trata do fornecimento de 66 câmeras de segurança, quantidade solicitada pela instituição e que foi definida a partir de um estudo técnico. O que não impede a ampliação desse número conforme a evolução do projeto e eventuais levantamentos técnicos.

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