
João Gustavo Ricci Volpato, apontado pela Polícia Civil como o líder do grupo investigado pela Operação Sepulcro Caiado, sob suspeita de lesar o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em R$ 21 milhões através do desvio de depósitos judiciais, integrou a equipe do ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB). Na gestão, foi adjunto de Habitação, secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária e adjunto de Gestão de Saúde.
Atualmente, ocupa o cargo de gerente da Agência Nacional de Mineração (ANM) em Mato Grosso. A nomeação , efetivada em abril, contou com a indicação do deputado federal Emanuelzinho (MDB) – filho de Emanuel Pinheiro – com apoio do ministro de Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD).
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O grupo, que supostamente atuava para desviar recursos de depósitos judiciais, ainda contava com a participação de familiares de João Gustavo Ricci. A lista inclui Luiza Rios Ricci Volpato (mãe), Augusto Frederico Ricci Volpato (filho), Flávia de Oliveira Santos Volpato (esposa) e Julia Maria Assis Asckar Volpato (nora). Segundo a Polícia Civil, empresas vinculadas ao investigado também eram usadas no esquema criminoso.
Conforme a investigação, envolvidos ajuizavam ações de execução com documentos falsos enquanto advogados que participavam do esquema atuavam como representante da parte autora ou das vítimas, utilizando procurações forjadas. Já servidores do TJMT criavam planilhas falsas simulando depósitos na Conta Única, permitindo a obtenção fraudulenta dos alvarás judiciais para levantar os valores. O suposto esquema envolvia ainda a apresentação de comprovantes de pagamento forjados.
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