
O delegado Bruno Abreu, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), afirmou que a mulher encontrada morta nas dependências da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) tinha aproximadamente 50 anos, vestia apenas sutiã e apresentava marcas de esganadura no pescoço. A vítima não estava com documento e ainda não foi identificada.
Segundo entrevista do policial no local, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que primeiro atendeu a ocorrência, informou que a mulher apresentava sinais de relação sexual recente. Os socorristas foram chamados por trabalhadores que chegaram ao local, por volta das 7h, e se depararam com a vítima desacordada. Depois, a equipe constatou que ela estava sem vida.
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“Ela está com muitas marcas no pescoço. Está muito inchado. A princípio, me parece sinais de esganadura, A gente vai precisar do trabalho do IML para nos dizer se foi algum estupro e homicídio. Por enquanto não tem nada descartado”, declarou o delegado.
O corpo não tem tatuagens ou sinais que ajudam na identificação. Uma suposta amiga da vítima foi consultada, mas não reconheceu a mulher por meio de foto.
Conforme informações, a área onde o corpo foi achado é aberto e não mais usado pela UFMT, sendo ponto de encontro para usuários de drogas.
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizou os procedimentos no local e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), que irá atestar a causa da morte e se houve violência sexual.
A vítima estava na sede da antiga associação Master, próximo da avenida Arquimedes Pereira Lima.

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